Das Cinzas ao infinito!!
A expressão “renascer das cinzas, como uma fênix” é muito utilizada quando se quer enfatizar o renascimento ou ressurgimento de algo ou alguém.
A fênix é um pássaro de fogo, muito presente na mitologia e nas histórias cinematográficas.
Diz a simbologia que, ao morrer, a ave entra em combustão, queima por um tempo e, depois, dá início a um processo de renascimento literal das cinzas.
E foi o que aconteceu...
Durante a pandemia, apesar da dose exorbitante de negativismo, vindo de todas as fontes e origens, procurei manter a minha sanidade mental. Houveram momentos de tristeza? Sim. Muitos. Mas como disse, momentos.
Logo passava e recomeçava.
Aproveitei o tempo para me instruir, ler bons livros, ouvir áudio books, assistir palestras e vídeos de como mudar paradigmas, como aprender a pensar e reprogramar a mente, "ressignificar" minha existência neste planeta, até que Deus permitisse.
Fiquei bitolada, só ouvia áudios de relevante interesse para o meu objetivo e acreditava que toda a sede da infância iria se dissipar após a pandemia e para isso precisava me preparar.
A busca era árdua, porque a sensação de algo à minha frente ainda continuava e agora com muito mais força.
No meio dessa busca, chegou à mim um vídeo de um professor que explicava e demonstrava na prática aquilo que eu já acreditava mas que não colocava pra funcionar.
Que era a força do pensamento.
Na minha adolescência li o livro "Como fazer amigos e influenciar pessoas". Nessa obra comecei a entender que podemos moldar as coisas da forma que queremos e que nem tudo é obra do acaso.
Em outra oportunidade pude ler "O Poder do Subconsciente" e mais recentemente "Quem pensa, enriquece".
Todos esses títulos só vinham corroborar com o que sempre pensei: Eu posso e vou mudar minha realidade através do pensamento.
E era nessa vibe que me equilibrava durante a pandemia. Além de pensar positivo, sempre, eu também tentava passar essa imagem às pessoas ao meu redor.
Muitas vezes me perguntavam: Em que mundo você vive?
Mas eu continuava firme. As manchetes davam de hora em hora o número de mortos, muitas vezes de conhecidos, outros não, mas eu sempre tentava repassar informações boas, apesar de raras.
Se tinha centenas internados, eu repassava os 3 ou 4 que obtiveram alta. Tentava dizer que os fortes iriam sobreviver e que só tínhamos uma alternativa: Sermos fortes!
E nesse ínterim ia me aperfeiçoando e crescendo interiormente.
Nesse momento e, acredito que, após determinar que teria prosperidade, começaram a aparecer oportunidades de lugares onde nunca havia imaginado.
Foi preciso dar o primeiro passo e tudo começou a dar certo...
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